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       Diesel        : 1.267
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Mercedes off-road
    A maioria dos proprietários de Sport Ulility Vehicles (SUV) não necessita dos recursos técnicos indispensáveis para momentos de aventura fora do asfalto (vide redutoras), pois só muito raramente ousa conduzir em estradões de terra. Por isso, cada vez mais, os construtores propõem modelos com imagem off-road que têm pouquíssimas aptidões para a prática do todo-o-terreno, existindo até número crescente de automóveis que nem sequer contam com quatro rodas motrizes. Logo, o GLK 350 CDI que testámos rema contra a corrente, por associar o sistema 4Matic a pacote de equipamentos (834 €) para melhores aptidões para o TT... moderado!
O GLK não está posicionado entre os SUV's mais acessíveis e os dois extras recomendados aumentam o custo de aquisição, mas são indispensáveis para os fãs da condução... além-asfalto. Falamos do pack Off-Road Pro (834 €) e do Pacote Estético Todo-o-Terreno (1452 €), que acrescentam doses q.b. de versatilidade e polivalência a modelo capaz, de origem. de incursões sem problemas em pisos com terra. pedras, etc. Com a compra destes opcionais, o Mercedes ganha look mais genuíno e dois comandos para activação dos recursos técnicos adicionados: DSR (assistente de velocidade em descida) e programa de condução TT. O primeiro funciona só abaixo de 30 km/h (permite-nos seleccionar o ritmo ¬ das descidas entre 4 e 18 km/h), enquanto o ¬segundo adapta a resposta da mecânica às características de rolamento (fá-lo em função do ângulo do acelerador e suaviza¬ as respostas da caixa (7G-Tronic), do controlo de tracção (4ETS) e do ABS.

    Fora de estrada, este GLK encheu-nos as medidas! Notável o conforto de marcha garantido por suspensão com amortecimento infatigável  a capacidade acima da média de absorção das irregularidades dos pisos significa... nenhumas vibrações no habitáculo! A ausência de redutoras desaconselha práticas muito radicais, mas estradões com lama não travam a marcha do SUV, pois o 4ETS encarrega-se da travagem selectiva das rodas que perdem aderência, compensando a inexistência de bloqueios dos diferenciais dianteiro e traseiro. O nosso GLK tinha turbodiesel de 6 cilindros em final de carreira – entretanto, a marca introduziu pacote de (mini...) modificações técnicas na mecânica, que reduziu o consumo de combustível e as emissões sem penalizar as performances. Do contrário, a nova versão 350 CDI até tem mais motor... Mas, sublinhe-se, a variante testada chego e sobro, pois responde com prontidão a todos os movimentos no acelerador, o que facilita a condução dentro e fora do asfalto.
"In AutoFoco"

 
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